Catasetum discolor (Lindl.) Lindl 1834

Espécie epífita, rupícola ou terrestre ocorrendo no Brasil nos estados do Amazonas, Pará, Roraima, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Mato Grosso, Espírito Santo, Rio de Janeiro, nos domínios fitogeográficos da Amazônia e Mata Atlântica. Não é endêmica, ocorre também em outros países como Colômbia, Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Encontramos como terrestre e epífita em restinga na mata sul de Pernambuco e epífita na região do agreste do mesmo estado. Variações com cílios do labelo mais escuros puxando para o vinho ocorrem em meio à população de cor verde. Hastes com flores masculinas maiores que hastes de flores femininas que possuem menos flores. Bastante atrativas para abelhas mamangavas (Eulaema spp.) observadas em quantidade visitando as flores. Em cultivo usamos casca de Pinus em vaso de plástico. Gosta de luz direta. Pode desenvolver grandes pseudobulbos. Associado à cupins terrícolas.

Referências:

Catasetum in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB11317>. Acesso em: 09 Abr. 2016

http://www.orchidspecies.com/catadiscolor.htm Acesso em: 09 Abr. 2016

2 comments on “Catasetum discolor (Lindl.) Lindl 1834

    1. A identificação dos Catassetuns, bem como na maioria das orquídeas, se dá através da floração, e no caso dos Catassetuns ainda tem que ser observada a floração masculina.

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